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» Planícies Externas (Cidade de Cima)
Hisa
 Posted: Feb 19 2017, 02:37 PM
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Tinha uma ciência aproximada de até quando poderia ser asfixiada, aquele não era o seu primeiro passeio com uma corda no pescoço. Com as mãos livres, ela segurava uma parte do chicote que a envolvia, movida pelo instinto de se soltar. Talvez se não fosse a sua resistência e vigor decente não aguentaria muito tempo naquela posição.

- Provocado, é...? Ignorava as suas perguntas, o prazer obtido através daquela arma era mais interessante de se compenetrar. O fluxo do seu sangue sendo interrompido lhe causava uma pressão ímpar, e ela podia sentir o ar faltando aos poucos. Mesmo assim, esboçava um sorriso de contentamento.

Soltou os dedos do chicote, e com alguma violência, usou da resistência que lhe sobrava para puxar a cabeça dele contra a dela. O impacto do choque seria apenas uma consequência deliciosa, aquele não era o seu objetivo. Próximos, seus olhos exprimiam o prazer de estar em sua posição, absorvendo a raiva que ele transparecia por trás das expressões sérias do homem.

Trêmula por conta da resistência que era precisa para se manter ali, e lutar contra a força dele, abriu a boca perto da dele, e a sua língua percorreu a boca do homem, assim como a ponta do seu nariz, lambendo-o. Uma fina linha de saliva escapava-lhe pelo canto da boca, por conta da posição em que estava, mas ainda que com dor, parecia transpassar uma risada fraca, deleitando-se em prova-lo.
Julgando que aquela era uma distração suficiente – ainda que esse não fosse o ponto do ato, e sim de fato sentir o gosto da sua pele e suor – reuniria as forças que tinha para deferir uma joelhada contra o estômago do homem, dada a altura que foi levantada. Esquivar-se ou receber o golpe, seria o bastante para se soltar do chicote. Fazendo isso, cairia sentada no chão, ainda com as costas na parede de borracha.


- Você é divertido, general. – Ofegante, retomava o seu ar. Seu cabelo preto escorrido tinha algumas gotículas de suor. Ela colocava uma parte atrás da orelha enquanto o observava.Mas infelizmente eu tenho mais o que fazer. Se levantava, batendo a sujeira da calça. Me chame quando quiser brincar de novo.

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Ifrit
 Posted: Feb 19 2017, 05:57 PM
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Ifrit não gostou de ser ignorado e pressionou a mulher ainda mais com as mãos e contra a parede de borracha, pensava no quão impertinente ela era por ter provocado tanto desde que chegou chutando aquela bola. Sentiu sua cabeça sendo puxada contra a dela e o impacto não fez o General perder muito da postura por ter virado mais uma vez o crânio para impactar com a parte mais dura e resistente. Mas os olhos vermelhos estavam perfurando os azuis dela praticamente.

No meio do meu esforço eu mal vi ela abrindo a boca, e só senti de verdade quando a louca passou a língua em meus lábios e parou na ponta do mau nariz. Ela era completamente louca e deveria estar presa ao invés de andando por Konoha, mas uma parte dentro de mim ainda se interessou naquilo e nela. Talvez outra hora eu pudesse me divertir com aquela Miyamoto.

Preparou o corpo no reflexo quando viu pelo resto do corpo dela que ela movia a perna para acertar seu estômago e se curvou para levar o impacto menor, acabando por soltar o chicote que prendia o pescoço dela de seu enrolar e puxando com a mão quando se afastou, puxando ar para ficar ereto de novo e ignorando uma parte da dor que ela havia causado, apesar da vontade de acabar com ela. Ifrit largou o chicote no chão e a ajudou a levantar com a cara fria, aquele devia ser o sinal que ela deu do final da brincadeira.

Não ia fazer nada com ela e iria deixar se levantar antes de se abaixar e pegar pela parte de baixo da parede de borracha da redoma, levantando para tombar ela de lado e deixar Hisa sair.


- Duvido que você tenha algo melhor para fazer do que a mim, hoje, mas vou te perdoar dessa vez. Fique sabendo que eu vou te castigar ainda. -


Fiz mais dois selos e soprei o que parecia uma bola de chiclete roxa de primeira, mas da maneria que ela caiu e quicou, se mostrou uma bola resistente de borracha de tamanho parecida com a que ela tinha antes. Joguei para ela e fui até a minha blusa no chão, limpando meu sangue do queixo com a mão e colocando o moletom para fechar ao redor da minha cabeça de novo.

tirei uma caneta do bolso da blusa, escrevi no chicote que peguei novamente e entreguei o número de meu celular para ela, escrito logo acima da empunhadura do chicote que tinha a marca da minha mão. Depois caminhei para ir embora.


- Nos vemos depois sua depravada. -



OFF: obrigado pelo flood e perdão pelo meu personagem doentio

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Vantagens e Desvantagens: (Colocando aqui para não ter que ir na minha ficha olhar)
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Renomado pelas habilidades em combate ao lado de missões com a Vila da Folha e no País do Vento, e por ter sido um dos comandantes que salvou o País das Dunas [Heroi de Guerra e Representante da Justiça do Daimyou]
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Kyoukan
 Posted: Feb 20 2017, 10:04 AM
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Demorou um tempo considerável até que a esfera púrpura se desfizesse, Ifrit e a moça estavam um trapo, mas estranhamente pareciam "felizes" no meu ponto de vista. Então Ifrit dava um chicote para a moça além de entregar uma bola soprada por ele mesmo.

" Não sei o que aconteceu ali dentro... mas meus instintos me dizem que minha mente não está preparada para descobrir a verdade, melhor fingir que nada aconteceu... Agora preciso descobrir que tipo de jutsu é esse de coloração púrpura... O dia não foi de todo perdido... Quanto a mulher... Talvez eu tente conhecê-la melhor em outra oportunidade... "

Já não havia mais nada para assistir e nem para aprender, então conforme os dois se despediam, eu aproveitava para sair de cena também.



ps.: Ifrit <3 Hisa ... casalzinho "fofo" vocês, aposto que vão se dar muito bem, só espero que não procriem pra não vir nenhum genin com as peculiaridades dos dois ...
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Hisa
 Posted: Feb 20 2017, 03:26 PM
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Segurou com firmeza a mão que era estendida para ela. Não pela necessidade ou esforço poupado, mas pela oportunidade de lhe tocar, apertando os seus dedos na palma de sua mão, exprimindo o resto da vontade que era resguardado em seu braço, a aspiração em continuar lutando até não poder mais levantar, como já havia feito diversas vezes. Não demorou muito para soltá-lo, colocando-se de pé e próxima a ele.

- Ho, ho. Me castigar?... Veremos a respeito disso. – O tom de desafio escapava por de trás das lentes finas, em seus olhos afiados. A confiança exacerbada do homem não lhe incomodava, ainda que ver essa mesma expressão ser diluída em dor quando arrancou seu pircieng tivesse sido muito agradável.

Saindo da redoma de borracha, ela olhou para os lados, aparentemente estavam sozinhos na quadra. Ocupava em tentar ajeitar as suas roupas claramente destruídas pela mancha de sangue, e pelo agarrão.
Definitivamente aquela não era a manhã tranquila que almejava quando foi até as planícies, mas também não podia reclamar, havia se divertido com o ruivo.

Observou que ele começava a assoprar uma bola de... Borracha? Segurou a bola que lhe foi entregue, analisando-a mais de perto. – “Ahn... Acho que serve” – além disso, ele também passou o número de telefone de uma manira nada ortodoxa. Mas o que poderia esperar de alguém um tanto doentio como ele se mostrava?... É verdade, além de ter “treinado” com o homem, também teve a oportunidade de conhecer algumas de suas habilidades. Então por que não ser ‘cortês’ e fazer o mesmo? Esperando que ele desse as costas, fez selamentos simples com apenas uma de suas mãos – já que a outra retinha a bola em sua posse – ela usou seu jutsu,Nan no Kaizou, que fez com que seu braço esticasse o suficiente para lhe alcançar, apertando uma de suas nádegas com certa veemência.


- Até. Voltou a sua mão para o lugar e partiu dali.

QUOTE

Nan no Kaizou:
Permite que o ninja faça seu corpo maleável. Quando usada o ninja pode esticar e mexer qualquer parte do corpo em qualquer ângulo. A distância não é longa e exige selo formado com pelo menos uma das mãos.




Off: Ifrit, eu quem agradeço. Kyoukan, hehehehe, seriam crianças peculiares para dizer o mínimo.

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Miyuki
 Posted: Jun 16 2017, 07:05 PM
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Já passava das duas da tarde quando a toalha se estendeu no chão. Não era uma cena muito comum, ainda mais se tratando de uma mulher, sozinha, carregando uma toalha de mesa e uma cesta de alimentos nos braços. Não era comum mas era uma tradição. Desde sua infância sua mãe a levava naquelas planícies para sou habitual picnic de domingo, e Miyuki se sentia na obrigação de seguir o ritual.

- Oka-san, oto-san, Shigure-kun. Mais de 10 anos se passaram, e ainda sinto a falta de vocês. - sentou sobre a toalha, abriu a cesta e posicionou seu sanduíche, um pequeno bolo e uma garrafa de suco ao seu lado enquanto observava as pessoas passando e a suave brisa balançava seus cabelos.

Desde a grande guerra estava sozinha naquele mundo. Infelizmente sua família foi apenas mais um número, mais uma vítima daquela época. Ela por sorte sobreviveu. Talvez devesse ter se tornado rancorosa, fria, mas não. Graças a Katsuyu tirou o melhor de si da pior situação que já havia vivido e dedicou sua vida a salvar a vida de pessoas que precisasse me de ajuda.

Mas também não buscou criar mais vínculos com ninguém, não queria nunca mais sofrer a dor de perder alguém que amasse. E vivendo nesse mundo, é um destino um tanto quanto comum. Miyuki não definhou, o que já foi muito bom, mas também cresceu reservada e receosa. Quando não estava trabalhando passa a maior parte de suas tardes observando os civis da vila. Como tudo poderia ser diferente.

Deu uma bela mordida no seu sanduíche, não estava ruim. O suco por outro lado, bem ácido, mas ainda assim melhor do que engolir o pão seco. Alguns metros à frente umas crianças jogavam bola, correndo e dando risada, e de alguma forma aquilo trazia um pouco de paz a jovem.


This post has been edited by Miyuki: Jun 16 2017, 07:05 PM

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Tatsumaru
 Posted: Jun 16 2017, 08:33 PM
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Havia saído de casa atrasado, como sempre, envolvido em algum outro assunto que acabou fazendo com que ele perdesse a noção do tempo. O conselho da diretoria com certeza não acharia aquilo engraçado ou bonitinho, não importava o quanto ele ainda estivesse se adaptando aquela vida. Vestiu-se rapidamente, colocando uma camisa branca de manga comprida e em combinação com sua calça jeans e um tênis marrom. O paletó cinza claro por cima da camiseta, os cabelos ainda levemente bagunçados do banho.

Para sua surpresa, não tanta na verdade, chegou mais atrasado do que a possibilidade de espera. Momoki havia lhe ligado, avisando que a reunião já havia terminado e ele ficaria por dentro dos assuntos discutidos uma outra hora.

Como já estava trocado e um dia razoável na cidade, resolveu andar por aí, observar o que o dia tinha para oferecer. Sempre havia muito mais gente andando pela cidade de cima durante o dia do que pela noite, mesmo a iluminação do local sendo uma das grandes atrações. Foi até as planícies externas, não se lembrava de ter visitado aquela parte da cidade antes.

Caminhava com as mãos nos bolsos da calça, observando as pessoas que estava por ali, algumas delas brincando, outras conversando. Quase todo mundo parecia ter alguém. Riu um pouco, a diferença de contraste daquilo para o templo era como água e vinho. Achou estranho entretanto quando encontrou uma jovem fazendo um piquenique, sozinha. Ou assim aparentava.

Se aproximou deixando-se levar pela curiosidade e se abaixou perto de Miyuki, apoiando as mãos em cima das coxas enquanto abria um sorriso ameno, falando com toda uma tranquilidade por trás de suas palavras.

- Desculpe incomodar... Posso me sentar aqui com você?

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Miyuki
 Posted: Jun 17 2017, 05:12 AM
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- Desculpe incomodar... Posso me sentar aqui com você?


Distraída, a jovem mal percebeu o rapaz se aproximando, e como um gancho no estômago foi trazida de volta a realidade. Um momento de silêncio enquanto ela o encarava ainda meio perdida, olhou para um lado, para o outro, procurando alguém ao redor, talvez ele estivesse falando com outra pessoa, quem sabe.

- Você está falando comigo? - Ainda meio confusa apontou para o próprio peito encolhendo os ombros e com um sorriso bem tímido nos lábios. Respirou fundo e como quem afugenta maus pensamentos, balançou a cabeça com os olhos levemente fechados - Que besteira a minha, claro que é comigo, não tem mais ninguém aqui.

Fez uma nova pausa, ponderando se deveria deixar um estranho acompanhá-la, afinal, sempre observou todos de longe, evitando ao máximo envolver-se com qualquer um. Mas também não podia se esquecer das vidas que salvou no hospital, por mais que não guardasse o contato dessas pessoas, vez ou outra alguém aparecia lá com algum presente para agradecer-lhe o esforço empregado. Miyuki não lembrava de ter visto o jovem em nenhuma situação antes, mas não pareceu apresentar nenhum risco a sua integridade física ou mental, então, nada que precisasse se preocupar.

- Fique a vontade, senhor …….? - Apontou com a mão um local ao seu lado para ele se sentar, e ficou aguardando um nome.

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Tatsumaru
 Posted: Jun 17 2017, 09:35 AM
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Ria baixo quando ela perguntava se ele falava com ela. Seu olhar percorreu os dois lados da jovem em sincronia com o próprio movimento que ela fazia para verificar aquilo. Balançou a cabeça e a mão, com um sorriso, gesticulando que estava tudo bem a respeito da pequena confusão.

Se sentou no local que ela o indicou, retirando seu paletó e ficando somente com a camisa social branca, o deixando do seu outro lado. Manteve as pernas cruzadas entre si e uma postura ereta, as mãos se juntavam com as palmas coladas em frente ao corpo levemente virado na direção dela e ele fazia uma pequena reverência enquanto se apresentava.

- Obrigado, me chamo Tatsumaru. Pode me chamar de Tatsu. E a senhorita...?

Usou do mesmo modo que ela para perguntar como se chamava e ficou esperando por uma resposta. Mantinha o sorriso tranquilo no rosto, olhando então na direção que as crianças brincavam despreocupadas não muito longe dali.

- Desculpe a intromissão, sou novo por aqui ainda e não tenho plena certeza de como agir com a maioria das pessoas que vive na cidade, então acabo sendo meio liberal nas interações, eu acho. Estava esperando por alguém?
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Miyuki
 Posted: Jun 18 2017, 08:44 AM
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Seguiu o jovem com os olhos, enquanto tirava o paletó e sentava ao seu lado. Enquanto isso, Miyuki pegou de dentro da cesta uma faca de mesa para cortar uma fatia do bolo e oferecer ao mais novo convidado. Em um guardanapo ofereceu a ele, com um sorriso amigável no rosto.

- Me chamo Miyuki. - fez uma pausa e desviou o olhar de Tatsu, um pouco encabulada com a situação - Não estou esperando ninguém…

Por um instante pensou em continuar a frase, explicar o por quê de estar ali, mas apesar da gentileza, ainda era alguém que acabara de conhecer e não iria aborrecê-lo com suas histórias deprimentes.

Serviu um copo de suco para ele, e deixou no alcance da sua mão. As crianças brincando logo a frente pareciam felizes e despreocupadas, vez ou outra uma escorregava e caia no chão, mas ao invés de chorar dava risada com os amigos.

O clima era agradável e uma suave brisa insistia em bagunçar os cabelos de Miyuki, que, por duas ou três vezes precisou puxar uma mecha que insistia em cair no meio de sua visão, e colocá-la atrás da orelha, para não atrapalhar.


- Então você é novo… o que te trás a vila? … - era a pior pessoa do mundo para puxar assunto, mas o silêncio já estava ficando constrangedor. Deu mais uma mordida em seu lanche para ouvir a história de Tatsu.

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Tatsumaru
 Posted: Jun 18 2017, 06:22 PM
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Sua atenção voltou com rapidez para a jovem assim que ouviu o nome dela. Para sua surpresa ela lhe oferecia uma fatia de bolo no guardanapo. Não estava com fome, também não estava cheio, independente ele aceitou o gesto e agradeceu com um sorriso, ouvindo-a dizer que não esperava por ninguém também, o que era bom, não estar atrapalhando.

- Obrigado, Miyuki-san!

Comeu um pedaço do bolo sem pressa, estava gostoso, sempre achava a comida que outras pessoas faziam ou ofereciam bem melhores de que quando ele tinha que ir atrás de uma refeição. A gentileza da jovem lhe lembrava de quando vivia no templo, não por ser semelhante, mas pela extrema diferença, embora aqueles valores também fossem ensinados, só não com a prática.

Aceitou o copo de suco e bebeu enquanto comia, ficando em silêncio, que não parecia incomodar muito o Jounin, silêncio para ele era algo natural, podia tanto aproveitar um momento como aquele quanto outro momento mais agitado. Ela então lhe perguntava o motivo de estar na vila. Aquela era uma pergunta um tanto complicada, mas não precisava explicar toda a razão, então se resumiria ao que os outros podiam saber.

- Eu sou o herdeiro de uma empresa com filiais por todos os lugares, e o conselho meio que não me queria por lá tomando decisões quando eu não fui preparado exatamente para ter esse tipo de vida... Então eu acabei vindo para uma filial que abriram aqui na cidade de cima. E fui integrado como Jounin de Konoha também, temos um bom acordo rolando.

Sorriu para Miyuki, terminando de comer o bolo e de tomar seu suco para então voltar a falar enquanto mais uma vez observava algumas pessoas passando não muito longe.

- E você? Vive aqui desde quando? Gosta daqui?
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Miyuki
 Posted: Jun 18 2017, 11:18 PM
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- Eu sou o herdeiro de uma empresa com filiais por todos os lugares, e o conselho meio que não me queria por lá tomando decisões quando eu não fui preparado exatamente para ter esse tipo de vida... Então eu acabei vindo para uma filial que abriram aqui na cidade de cima. E fui integrado como Jounin de Konoha também, temos um bom acordo rolando. E você? Vive aqui desde quando? Gosta daqui?


As crianças estavam correndo ao redor, a bola ia de uma lado para o outro e a brisa do outono se intensificava com o cair da tarde. Enquanto Tatsumaru falava a bola veio na direção dos dois e um pequeno, aparentando ter pouco mais de 4 anos veio correndo para pegá-la. Até o momento tudo normal.

- Eu nasci e cresci aqui na vila, e cuido da loja da minha família… Não é tão glamouroso como você, mas da pra viver. - Miyuki deu um sorriso para o rapaz e logo se virou para a criança que vinha atrás da bola. Ao se aproximar o pequeno tropeça e bate com o nariz em cheio no chão, logo na frente da garota. Ele ajoelha-se, levando as mãos ao nariz, que pingava sangue. Assustado, quase que instantaneamente começa a chorar. Mais que depressa a jovem se aproxima do pequeno, com alguns movimentos com as mãos, que começam a emitir um brilho azul-esverdeado e então coloca suas mãos no nariz dele. Em alguns instantes o sangramento para. - Você deveria tomar mais cuidado pequeno. E se eu não estivesse aqui?

A criança parou de chorar, encarando Miyuki com os olhos arregalados. Como era de costume, a jovem sempre ia ao parque todos os domingos, e sempre encontrava as mesmas crianças. Vez ou outra já havia ajudado os pequenos, mas nunca foi de conversar. O garotinho assentiu repetidamente com a cabeça, agarrou a bola nos braços, gritou um “obrigada moça!” E voltou correndo para perto de seus colegas. Miyuki deu uma risada gostosa de satisfação. Adorava aquilo, a sensação de cuidar das crianças. Seria desse jeito que seria se tivesse tido a oportunidade de cuidar de Shigure-kun?

- E também sou uma jounnin. - voltou-se novamente para Tatsu com um certo brilho no olhar. Apesar de não estar “na ativa”, em missões ou treinando um time, ainda tinha sua utilidade para com a vila. Levava a loja como sua tarefa principal, mas sempre que suas habilidades eram necessárias, não se recusava em ajudar.



QUOTE

Chiyute no Jutsu: Karui
É realizado focalizando chakra na palma das mãos, para formar uma bola de chakra cor esmeralda que serve para instruir as células do corpo do alvo a se reproduzir e curar os ferimentos mais leves, como cortes, escoriações, etc.



This post has been edited by Miyuki: Jun 18 2017, 11:19 PM

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Tatsumaru
 Posted: Jun 19 2017, 11:09 AM
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Tatsumaru confirmava com a cabeça enquanto ela sanava suas duvidas, rindo na parte do suposto "glamour" que a vida dele tinha. Nunca pensou daquela forme em momento algum, até porque não levava exatamente aquele tipo de vida, ainda que entendesse o ponto de vista dela já que conhecia muitas pessoas em sua empresa que levavam.

- Sério? Qual a loja da sua família? Talvez eu tenha passado por lá em algum momento e não te visto.

Antes de ter sua resposta, viu uma criança se aproximar atrás de uma bola com a qual brincavam, tropeçando em seguida e se machucando no processo. O rapaz fez menção em se levantar para ajudar a criança, mas parou assim que Miyuki se levantar, rápida como uma mãe indo ao socorro de um filho e cuidando do garoto usando sua técnica de cura.

Tatsu arqueou uma das sobrancelhas, não conhecia tudo ainda sobre a região, mas do que teve que estudar para fazer um teste de aptidão, havia encontrado informações sobre aquilo. Uma Jutsu de cura usado pelos ninjas médicos de Konoha. O que significa que Miyuki era uma ninja médica. Ficou com a boca um pouco aberta, surpreso pelas habilidades da jovem que dava um "sermão-aviso" para a criança.

O garoto agradecia a Jounin e saía correndo dali, provavelmente se machucaria de forma similar no mesmo dia, afinal muitas crianças eram assim. Viu a alegria que Miyuki exibia, parecia gostar de crianças. Ele sorriu, escutando-a dizer que era uma Jounin. Surpreendendo-o ainda mais, não havia conhecido ainda muitos Jounins pela vila, na maior parte do tempo na vila sua interação era praticamente com o time 7. Quais eram as chances de ter encontrado logo outro Jounin ali, em um piquenique.

- Mesmo? E você só atua como ninja médica? Ou cuida de algum time também? Eu fiquei encarregado de cuidar do Time 7, eles parecem bem disciplinados até, mas suponho que devem ter passado por muita coisa antes de eu chegar, então acho que tive um pouco de sorte.
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Miyuki
 Posted: Jun 19 2017, 04:55 PM
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- Duvido que tenha passado pela loja - mais uma vez a mecha de cabelo insistia em cair em sua testa, e novamente Miyuki a colocava para o lado. - eu cuido de um herbário, atendendo tanto os civis quanto shinobis, dependendo da necessidade. - inclinou a cabeça um pouco para trás, suficiente para que todo o cabelo lhe caísse nas costas, enrolou-o com as mãos e puxou para cima do ombro.

Prestava atenção no rapaz contando sobre o time que ele treinava. Nunca tinha sido uma prioridade para a garota assumir um time, sempre esteve ocupada demais treinando para ser uma Mednin, ajudando com os feridos no hospital, e depois assumir a loja da família, Family Business. Quando era necessário sua presença, ajudava a vila em missões, mas a responsabilidade de um time, não, nunca.


- Desculpa, não conheço bem os times… mas deve ser uma experiência revigorante ensinar aos novos talentos, não é? - lembrou-se de quando Shizune assumiu treina-la e como isso mudou o rumo de sua vida. Naquela noite, se não fosse pela presença de Shizune, o que poderia ter sido dela? Espantou esses pensamentos e voltou com um doce sorriso para Tatsu - eles não viveram nenhuma guerra, são crianças ainda. E é assim que as coisas devem ser, não acha?

Praticamente todos os jounnins da vila São sobreviventes da última guerra. O próprio Hokage é um sobrevivente da guerra. E só quem viveu aquela época, sofreu naquela época pode dizer o quanto isso prejudicou sua vida. Tantas crianças que cresceram sem pais, sem mães, sem uma casa. Finalmente um período de paz se instaurou, e isso pode garantia que uma nova geração crescesse sem a dor que a anterior passou.

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Tatsumaru
 Posted: Jun 20 2017, 09:33 PM
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- Ok... realmente acho que não passei por lá. Mas poderia ter passado em algum momento, nunca se sabe.

Miyuki dizia que não fazia parte de time algum, Tatsumaru simplesmente concordava com a cabeça, afirmando que entendia a situação dela, mas parou quando ela disse ser algo revigorante. Balançou cabeça para os lados, como se ainda estivesse pensando um pouco se realmente poderia dizer aquilo.

- É... Não acho que posso dizer muito sobre isso, porque não sou daqui... E acho que não existe muito que eu possa ensinar para eles... Mas suponho que seja o caso para a maioria dos Jounins.

No outro ponto ele estava em pé de igualdade com os Genins. Ele também não havia participado de guerra alguma, não que precisasse disso para conhecer os horrores daquele mundo e saber que viviam em um momento melhor.

- Acho que ainda existe espaço para melhorar na verdade, mas se comparado com uma guerra, é, as coisas são melhores da forma como estão agora.

Suspirou, olhando para Miyuki e dando um sorriso. Imaginou que ela gostaria de conhecer Syaoran, Aelin e Saikai. Não sabia se eles se comportariam contudo. Especialmente Yume, que era a mais levadinha do grupo.

- Então... Miyuki-san. Tem muita coisa legal para fazer por Konoha?
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